Ambiente Pessoal

Ambiente Pessoal
(eu e os mognos)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

AMBIENTE EXTERNO ( A Fábula do Álcool)




Era uma vez...

Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar.

Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos.

Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.

A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado.

Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio. Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina.

Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobras Biocombustíveis.

Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação.
Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.

Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada à gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno.

Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.

A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como aCompanhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor.

A verdade é que hoje este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo.

Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.

 
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OPINIÃO
 
"NÃO REELEJA NENHUM POLÍTICO DESSA ATUAL LEGISLATURA!"
 
"NEM DEPUTADOS, NEM SENADORES, NEM VEREADORES, PREFEITOS OU GOVERNADORES! VAMOS MOSTRAR A ELES QUE, COMO SE PORTARAM MAL, SERÃO DEMITIDOS! "
 
"FICHA LIMPA FAZEMOS NÓS MESMOS, SEM PRECISAR DE NINGUÉM!"
 
 
EU APÓIO ESSA IDÉIA!

sábado, 29 de outubro de 2011

AMBIENTE EXTERNO (Por que modificar o Código Florestal Brasileiro?)


Não entendo a "lógica" de estarem alterando o Código Florestal Brasileiro. Dizem que ele impede a produção rural... Mas se é assim, como que o Brasil é um dos maiores produtores de grãos do mundo?! Sem falar que temos um rebanho bovino de mais de 170 milhões de cabeças e muitas outras terras paradas sem produção alguma...
 

A matéria prima para a produção rural é terra, água e ar... Como um Código Florestal, que estabelece áreas de preservação, como as APPs (Área de Preservação Permanente), criando regras e normatizando o uso das terras, para uma maior proteção da natureza, pode estar “contra” e “atrapalhando” a produção rural?!


Nos Estados Unidos e na Europa, o governo gasta centenas de bilhões de dólares em subsídios anuais aos produtores rurais... Por que aqui no Brasil não poderia ter um subsídio para pagar, ao verdadeiro produtor rural, pelo estabelecimento das APPs em suas terras? Calcula-se uma média da produção anual da área rural em questão e paga-se o valor correspondente pela área ocupada pela APP... Por que os políticos de Brasília não fazem um projeto com esse objetivo, ao invés de alterarem o Código Florestal, que preserva a matéria prima do produtor rural (terra, água e ar), que protege a natureza e, consequentemente, cuida da sobrevivência da Raça Humana, desta geração e das futuras também?! Porque dinheiro para isso tem...

Imaginem então se houvesse a extinção do SCB (Sistema de Corrupção Brasileiro)... Iria sobrar dinheiro até para fazer saneamento básico em todos os municípios brasileiros com menos de vinte mil habitantes...

Que maravilha!!!
 


O tamanho do Brasil
que põe a mesa

Cerca de 30% do território já foi ocupado
por lavouras e criações. Mas ainda restam
106 milhões de hectares, uma das maiores
reservas de terras agrícolas do planeta

Revista Veja Online - Edição 1843 . 3 de março de 2004
* Fonte: Alexandre Secco
   http://veja.abril.com.br/030304/p_078.html


Nos últimos dias, o agrônomo americano Norman Borlaug, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1970, esteve no Brasil para conhecer a agricultura que se faz no país. Aos 90 anos, ele ainda é uma das vozes mais respeitadas no campo do desenvolvimento agrícola. Graças a suas pesquisas, grandes extensões de terras em todo o mundo antes consideradas impróprias para o cultivo foram transformadas em regiões produtoras, livrando centenas de milhões de pessoas da fome, principalmente na Ásia. Agora, com suas descobertas disseminadas, ele acha que caberá ao Brasil o papel de maior destaque na agricultura mundial nos próximos anos. A principal razão: o país tem a maior reserva de terras agricultáveis ainda disponível no planeta. O maior produtor de alimentos do mundo hoje, os Estados Unidos, não consegue ampliar sua produção porque a tecnologia existente já foi incorporada e não há novas fronteiras para plantar. Na Europa, as áreas agrícolas também já estão completamente ocupadas. Índia, Rússia e Canadá, outros três países com grandes extensões de terra, enfrentam severas limitações climáticas e geográficas para ampliar a produção. A China, sempre a China, tem 10% de toda a área agrícola do mundo e um grande potencial para se desenvolver, porém enfrenta duas barreiras. Primeiro, precisa alimentar 20% da população mundial. Segundo, tem de fazer um investimento pesado para preparar o solo para produzir. Resta o Brasil, o único do mundo com largas extensões de terras para plantio já mapeadas e disponíveis para uso imediato.

Com a ajuda de técnicos do Ministério da Agricultura e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), VEJA produziu uma série de mapas que ilustram como o território brasileiro de 851 milhões de hectares é utilizado. O mapa foi dividido em dois blocos. No menor deles, que ocupa 33% do território, ou 282 milhões de hectares, localiza-se o que se pode chamar de o Brasil rural. Aproximadamente 220 milhões de hectares são usados para pastagem e criação de animais. Nessa área, vive um dos maiores rebanhos bovinos do mundo, formado por 170 milhões de cabeças. Em uma porção relativamente pequena, de 40 milhões de hectares, que corresponde a apenas 5% de todo o território, é que se realiza o grosso da atividade agrícola. É dessa porção de terra que o Brasil extrai mais de 120 milhões de toneladas de grãos. Em outros 20 milhões de hectares produz cana-de-açúcar, laranja e demais culturas permanentes.
Na outra metade do mapa, de quase 70% da área total do país, ou 569 milhões de hectares, não há atividades agropecuárias. Parte desse território está ocupada pela Floresta Amazônica, por reservas florestais e indígenas, centros urbanos, estradas, represas e rios. Existe também outra parcela onde ainda não se realiza nada que pode imediatamente ser incorporado ao mapa do Brasil que produz. Trata-se de uma área de 106 milhões de hectares de terras férteis, praticamente toda localizada na região do cerrado. É para esse pedaço de terra que os países olham quando se pensa em quem poderá alimentar o mundo nos próximos anos.

Poucas pessoas têm familiaridade com o que representa uma área desse tamanho. Algumas comparações ajudam a perceber sua dimensão. Toda a produção de grãos dos Estados Unidos, a maior do planeta, ocupa 140 milhões de hectares. Ou seja, o Brasil ainda pode agregar uma área agrícola praticamente igual à dos EUA a seu mapa agrícola. Segundo os pesquisadores, o Brasil tem uma vantagem adicional nessa conta: com áreas agrícolas semelhantes, os Estados Unidos precisam alimentar 290 milhões de pessoas; já o Brasil, só 175 milhões. O efeito dessa diferença é que o país poderá produzir excedentes para exportação em maior quantidade. Outra vantagem é que, além de ter terra abundante, o Brasil do campo vem recebendo injeções intensivas de capital e de conhecimento científico aplicado. Os cientistas brasileiros conseguiram corrigir as deficiências nutricionais do solo e, quando isso não foi suficiente, modificar geneticamente as plantas para suportarem condições adversas. Técnicos do governo dos EUA visitaram o Brasil para levantar as próprias estatísticas sobre o assunto. O resultado foi a divulgação de um estudo, em que o país é reconhecido como uma potência agrícola emergente. "A principal observação sobre a viagem é que o Brasil possui enorme potencial e que as estimativas estavam grosseiramente subestimadas", diz Michael Shean, o técnico americano que assina o trabalho.

O impacto decorrente da incorporação de todas as áreas agrícolas disponíveis na economia brasileira ainda não está claro, mas as apostas são altas. Além de ter largas extensões de terras virgens onde extrair alimentos, pode-se tirar muito mais da que já está sendo usada. Isso se deve ao fato de que, apesar de todo o avanço, o uso de tecnologia ainda é relativamente baixo na lavoura quando comparado ao cenário dos países desenvolvidos. Uma mudança nesse quadro possibilitaria ganhos expressivos para o país. Hoje, ocupando uma área agrícola relativamente pequena, o Brasil já é uma potência mundial do campo. Temos o maior rebanho comercial bovino, a maior produção de laranja e de café, a segunda maior produção de soja e a terceira de milho. Segundo previsões recentes, a safra brasileira de soja nos próximos anos deve ultrapassar a dos americanos, colocando o país na posição de líder mundial.
Depois de um longo período de estagnação na década de 80, a safra de grãos no Brasil voltou a bater recordes seguidos. Na última, a colheita atingiu 120 milhões de toneladas e, para a próxima, a estimativa é de 130 milhões de toneladas. Os números mostram que o campo, de patinho feio da economia, se transformou em seu setor mais dinâmico. Anualmente, o comércio de produtos agrícolas com outros países deixa um saldo positivo de 23 bilhões de dólares para o Brasil. Como gosta de lembrar o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, a agricultura moderna é a base de uma cadeia econômica altamente diversificada.

Ela movimenta desde a venda de sementes até a indústria de computadores e programas. Segundo o IBGE, o agronegócio já representa 30% do PIB e gera quase 40% dos empregos. Manter esse trem nos trilhos depende de encontrar soluções para uma série de problemas. A competição dos países ricos é feroz. Nos Estados Unidos e na Europa, o governo gasta centenas de bilhões de dólares em subsídios anuais aos produtores rurais, e vários produtos brasileiros são fortemente taxados no exterior. Nas rodadas de negociação internacional, não surgiu ainda uma solução para esse impasse.

Mais do que isso, o Brasil precisa superar problemas no front interno. As estradas usadas para escoamento da produção são precárias, os portos são pouco eficientes e, para muitos, a legislação ambiental é severa demais. Outro entrave está ligado à propriedade da terra, razão de grandes conflitos no país. No passado, a terra representava 90% do investimento necessário para um empreendimento agrícola. Por causa disso, vários países adotaram programas de reforma agrária para descentralizar a posse da terra e estimular a produção. Atualmente, a equação mudou. A terra representa 10% do investimento. Na lavoura, o que faz a diferença são as máquinas, a irrigação, o adubo e os defensivos agrícolas. Nesse novo cenário, muitos acreditam que a reforma agrária perdeu a razão de existir. Com a crescente mecanização do campo, em que um único agricultor produz alimentos necessários para alimentar 1 000 pessoas, a reforma agrária de fundo apenas social perdeu o papel apaziguador do passado. Para muitos analistas, ela serve atualmente apenas para distribuir a pobreza. No Brasil, até agora, apesar de investimentos elevadíssimos na reforma agrária, os resultados não são animadores nem no campo social nem no campo econômico. Nos últimos trinta anos, 600.000 famílias foram assentadas em uma área que, somada, chega a 30 milhões de hectares -- quase igual a toda a terra usada na produção de grãos. Esse programa consumiu 24 bilhões de reais, e, na maioria dos assentamentos, as famílias ainda não conseguiram superar o estágio da agricultura de subsistência.

Apesar de os indicadores serem desfavoráveis, o governo Lula mantém entre suas prioridades um programa de distribuição de lotes para famílias de sem-terra. Um de seus argumentos é que ainda há muitos latifúndios improdutivos, que seriam mais bem aproveitados se fossem distribuídos a famílias de sem-terra. De fato, os números mostram que no Brasil ainda existem grandes fazendas que não estão produzindo nada. O detalhe é que a maioria dessas propriedades se encontra localizada na Amazônia e nas regiões mais inóspitas do Nordeste, onde é inviável praticar a agricultura. Em regiões de clima e solo propícios, o latifúndio praticamente acabou. Até mesmo o Incra vem encontrando dificuldade para localizar terras para desapropriar. "Terra parada é prejuízo, terra produzindo é lucro. Quem é louco de não produzir?", diz o presidente da Sociedade Rural Brasileira, João de Almeida Sampaio. A ideologização da questão torna uma solução para o problema difícil de ser alcançada. Historicamente, a esquerda insurrecional vê na distribuição de terra uma forma de luta política que é travestida em resgate da dívida social com os mais pobres. Os aspectos econômicos da questão sempre foram deixados de lado.

Há outro grave problema, este associado ao uso da tecnologia. Entre os grandes produtores de alimentos do mundo, o Brasil é o único que ainda não resolveu a questão dos transgênicos. Recentemente, a Câmara aprovou uma lei sobre os procedimentos que vão reger a pesquisa e a comercialização dos alimentos transgênicos. Segundo o que foi aprovado, um conselho formado por quinze políticos terá a responsabilidade de aprovar os transgênicos que poderão ser vendidos. Na prática, transfere para o campo político uma decisão que deveria ser técnica. Outro sinal que preocupa diz respeito às propostas do governo para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Considerada um centro de pesquisa de primeira linha no mundo inteiro, é uma das grandes responsáveis pelo alto grau de desenvolvimento da agricultura brasileira hoje. Mas, apesar de seu sucesso, alguns setores do governo defendem que a Embrapa deve mudar seu foco, passando a dar atenção prioritária aos pequenos proprietários. Guardadas as devidas proporções, é como o governo americano desviar a Nasa de suas missões espaciais para focar seu potencial tecnológico no atendimento às enchentes do Rio Mississippi.

Eis outro problema. Nos países de agricultura desenvolvida, as pequenas propriedades rurais e as grandes fazendas são complementares. As grandes fazendas mecanizadas garantem uma parcela importante da comida que é consumida nos centros urbanos. As pequenas propriedades estão voltadas para o abastecimento das regiões onde estão situadas, normalmente no interior. No Brasil, ainda se discute se esses dois tipos de empreendimento podem coexistir. O Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra é o principal defensor da corrente que deseja abolir as grandes fazendas. Se o governo se render à mesma e tosca idéia, o Brasil pode perder sua hoje única fonte segura de dólares e progresso. 


A reportagem acima foi realizada em 2004

Agora leia o que significa uma APP e o porquê de sua importância...
 

 

O QUE SÃO - Áreas de Preservação Permanente

As Áreas de Preservação Permanente são áreas de grande importância ecológica, cobertas ou não por vegetação nativa, que têm como função preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas. Como exemplo de APP estão as áreas de mananciais, as encostas com mais de 45 graus de declividade, os manguezais e as matas ciliares. Essas áreas são protegidas pela Lei Federal nº 4.771/65 (alterados pela Lei Federal nº 7.803/89).

Qualquer intervenção em APP deve requerer autorização do DEPRN. Caso contrário, será considerada crime ambiental, conforme dispõe a Lei Federal nº 9.605/98, passível de pena de detenção de um a três anos e multa de até R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por hectare danificado.


Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta Lei, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas:

a) ao longo dos rios ou de qualquer curso d'água desde o seu nível mais alto em faixa marginal cuja largura mínima será:

1 - de 30 (trinta) metros para os cursos d'água de menos de 10 (dez) metros de largura;

2 - de 50 (cinquenta) metros para os cursos d'água que tenham de 10 (dez) a 50 (cinquenta) metros de largura;

3 - de 100 (cem) metros para os cursos d'água que tenham de 50 (cinquenta) a 200 (duzentos) metros de largura;

4 - de 200 (duzentos) metros para os cursos d'água que tenham de 200 (duzentos) a 600 (seiscentos) metros de largura;

5 - de 500 (quinhentos) metros para os cursos d'água que tenham largura superior a 600 (seiscentos) metros;

b) ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água naturais ou artificiais;

c) nas nascentes, ainda que intermitentes e nos chamados "olhos d'água", qualquer que seja a sua situação topográfica, num raio mínimo de 50 (cinquenta) metros de largura;

d) no topo de morros, montes, montanhas e serras;

e) nas encostas ou partes destas, com declividade superior a 45o, equivalente a 100% na linha de maior declive;

f) nas restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues;

g) nas bordas dos tabuleiros ou chapadas, a partir da linha de ruptura do relevo, em faixa nunca inferior a 100 (cem) metros em projeções horizontais;

h) em altitude superior a 1.800 (mil e oitocentos) metros, qualquer que seja a vegetação.

Parágrafo único. No caso de áreas urbanas, assim entendidas as compreendidas nos perímetros urbanos definidos por lei municipal, e nas regiões metropolitanas e aglomerações urbanas, em todo o território abrangido, obervar-se-á o disposto nos respectivos planos diretores e leis de uso do solo, respeitados os princípios e limites a que se refere este artigo.

Fotos: Schaffer WB & Prochnow M (org). A Mata atlântica e você. Brasília. Apremavi.2002
Fonte: http://sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam2/repositorio/etmc/app.htm












domingo, 23 de outubro de 2011

AMBIENTE EXTERNO (Votação pelo Senado da reforma do Código Florestal Brasileiro)



NÃO É PRECISO ESCREVER NADA AQUI...
APENAS OUVÍ-LOS
E APOIÁ-LOS...



Mensagem de Marcos Palmeira aos senadores
http://youtu.be/R1nciOoTdoU



Mensagem de Rodrigo Santoro aos senadores
http://youtu.be/7f76rlQfrx8



Mensagem de Wagner Moura aos senadores
http://youtu.be/c_lRxN7afFI



Mensagem de Gisele Bundchen aos senadores
http://youtu.be/v-PXUXSqpLs




TRÊS MESES SEM CHOVER EM BH.
RESULTADOS:

Serra do Curral queimada...
Parque do Rola Moça queimado...
E vários incêndios em pastagens, matas e florestas ao redor de BH...

Será "porquê", hein?!
video

domingo, 25 de setembro de 2011

AMBIENTE INTERNO (Paixão Virtual)





SERÁ REAL A PAIXÃO VIRTUAL?!

Tenho visto e ouvido falar de pessoas que se relacionam pela internet e se apaixonam profundamente. Na mídia encontram-se reportagens de namoros, noivados e casamentos que começaram pela internet. O assunto não é mais novidade pra ninguém. Mas a pergunta persiste:

SERÁ REAL OU VIRTUAL?!
Bem, não sou nenhum profissional de análise da pessoa humana, capacitado a esclarecer essas situações, mas tenho observado o assunto e, porque não dizer me envolvido também nessa experiência apaixonante, que é se relacionar virtualmente.
Falando assim pode até soar um tanto frio, mas posso garantir, por conta própria, que quem se relaciona não fica e nem se sente nada frio. A paixão é tão real ou mais que ao vivo!
Se a gente levar em consideração que quando uma pessoa fica "privada" de um dos seus sentidos, como a visão, por exemplo, acaba desenvolvendo mais os outros sentidos, então dá para imaginar o que poderia acontecer se não tivermos nenhum dos sentidos "efetivos" para um relacionamento. Porque é isso que acontece em muitos casos nas relações virtuais, que "rolam" nas redes sociais, salas de bate-papo e E-mails. Haja vista que muitas pessoas preferem e escolhem conversar teclando, e não fazendo uso dos recursos de uma webcam e microfone.
Ora, se não tendo um dos sentidos já estimula o desenvolvimento maior dos outros, imagina então não ter nenhum sentido efetivo, à disposição para uma relação, digamos "amorosa". As emoções ficam muito mais potencializadas pela imaginação (imagem em ação). E "imagem em ação" é tudo que se precisa para criar. Mas...
Penso que o problema não seja criar. Afinal, estamos criando a cada instante tudo em nossas vidas, não é mesmo?! Então a grande questão da vida não é apenas criar, mas também é gerar um processo contínuo, para que haja movimento, envolvimento e presença. Poderíamos chamar esse processo contínuo de MANUTENÇÃO. E isso sim é a questão principal.
O Amor não é apenas uma energia em movimento (energia em moção ou emoção). Além do movimento é preciso envolvimento e, o mais importante:

ESTAR PRESENTE COM O CORAÇÃO!

Aqui entramos em uma área subjetiva, que nenhuma ciência ou opinião externa, poderia conceituar ou definir como possível ou não. E se possível, não poderia definir se provável ou não. Apenas a experiência pessoal fala mais alto aqui.
Se paixão virtual existe ou não tem que SE "pagar pra ver"...



TE AMO, AMORE MIO!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

AMBIENTE EXTERNO (Dia da Árvore)


"Confirmando o carinho e respeito pela natureza, no Brasil, em 24 de fevereiro de 1965, formalizou-se o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore - o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente."


UM PRESENTINHO ESPECIAL PARA
O DIA DA ÁRVORE


CCJ do Senado aprova Código Florestal


21/9/2011 12:23, Por Rede Brasil Atual

Texto segue agora para outras comissões antes de ir a plenário. Parecer do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) teve 17 votos a favor e cinco manifestações contra

Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual

Publicado em 21/09/2011, 14:40
Última atualização às 14:59



Luiz Henrique, relator, ao lado de José Pimentel, vice-presidente da CCJ, conseguiu evitar votação de destaques na comissão (Foto: Luiz Alves/Agência Senado)

São Paulo – O relatório do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) sobre o projeto que trata da reforma do Código Florestal brasileiro foi aprovado, nesta quarta-feira (21), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. Após um longo debate sobre a constitucionalidade do projeto de lei da Câmara (PLC) 30/2011, os senadores aprovaram por 17 votos a favor e cinco contra.

A decisão acontece, coincidentemente, no Dia da Árvore. A ONG ambientalista Greenpeace realizou protestos em frente ao Senado. Pelo menos outras sete capitais terão manifestações nos próximos dias.
Votaram contra Randolfe Rodrigues (PSOL-PA), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Ana Rita (PT-ES), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e Lindberg Farias (PT-RJ). Todos os demais presentes posicionaram-se a favor. A decisão foi individual e não das bancadas, já que mesmo senadores do PT, por exemplo, apoiaram o relatório.

As posições conflitantes entre ambientalistas e ruralistas marcaram, como tornou-se praxe, as discussões em torno do texto. As alterações propostas pelo relator concentraram a polêmica, especialmente as que tratam apenas da retirada do texto a possibilidade de os governadores reduzirem áreas de preservação permanente (APPs) – incluindo em caso de obras de infraestrutura ou preparativas para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Outro item questionado foi a possibilidade de converter multas aplicadas a imóvel rural que aderir ao Programa de Regularização Ambiental em serviços de preservação ambiental.

Aprovada em maio pela Câmara Federal, onde o relator foi Aldo Rebelo (PCdoB-SP), a matéria segue agora para outras comissões – Agricultura, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia. Depois disso, irá a plenário. Caso seja aprovado da forma proposta por Luiz Henrique, o texto voltará à Câmara, onde os deputados poderão endossar ou rejeitar as mudanças promovidas no Senado.

O senador Randolfe Rodrigues preferiu apresentar voto em separado, posicionando-se contrariamente à matéria. “O PLC 30 está contaminado com flagrantes inconstitucionalidades”, disparou. Ele destacou que a alteração da norma, segundo informações científicas, irá contribuir para o aumento dos desastres naturais.

O senador Jorge Viana (PT-AC), membro da CCJ e relator na Comissão de Meio Ambiente, fez ressalvas ao texto de Luiz Henrique, mas prometeu votar a favor. Mesmo ligado a organizações ambientalistas, ele avalia que “já é quase um consenso a necessidade de se promover mudanças no projeto original da Câmara”.

O parlamentar observou que modificações jurídicas são fundamentais por haver “graves problemas de constitucionalidade e judicialidade”. Viana ainda afirmou que só tem um caminho para que possamos seguir nesse projeto. “Temos de dar uma estrutura jurídica ao projeto para que possa seguir caminho nas outras comissões”, disse.

Os senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP) e Demóstenes Torres (DEM-GO) concordaram que as próximas Comissões são mais apropriadas para se levar as discussões pontuais em relação à matéria. Adiantando-se, o parlamentar paulista ainda se mostrou favorável à possibilidade de governos estaduais legislarem sobre APPs.

Após a controvérsia, em meio à discussão sobre a votação de destaques ao parecer, Luiz Henrique pediu que as sugestões de emendas e requerimentos fossem apresentados diretamente a ele. O relator comprometeu-se a analisar e anexar as propostas ao relatório final encaminhado a outras comissões e ao plenário. O senador garantiu que pretende dialogar pessoalmente com todos os parlamentares a respeito de suas sugestões. A estratégia garantiu que os destaques não fossem votados separadamente.

Leia também:
Agricultura familiar quer tratamento diferenciado no Código FlorestalVotação do Código Florestal na Comissão de Constituição e Justiça do Senado é adiadaAté 25% da Amazônia ficaria sem proteção legal com novo Código FlorestalJobim: Código Florestal não precisa tratar do futuro, “pois estaremos todos mortos”Ato no Rio une entidades da sociedade civil contra mudanças no Código FlorestalMais sobre Código Florestal



Hoje, 21 de Setembro, Dia da Árvore:

Quase nada saiu na mídia brasileira
sobre o dia da árvore...

POR QUE?!





Segue um link interessante:

DIA DA ÁRVORE
Plante esta idéia!

http://diadaarvore.org.br/apoie



ATENÇÃO:
why can't  we
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(por que nã opodemos?!)




quinta-feira, 15 de setembro de 2011

AMBIENTE EXTERNO (Trânsito em BH)



Trânsito em BH... Aproximadamente um milhão e duzentos mil veículos, para uma população de dois milhões e quatrocentos mil habitantes... A região metropolitana chega a quase cinco milhões... Semana passada, as "amiguinhas" motos, levaram-me dois retrovisores... Maravinha!!!
 

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

AMBIENTE INTERNO (Como posso me comunicar sem julgar)





Por John Morton, D.S.S.


Pregunta: Como posso me comunicar sem julgar?

Resposta: No livro Perdão: A chave para o Reino, John-Roger escreveu “julgar é uma das coisas mais insalubres que podemos fazer para todos os nossos níveis. Se perguntássemos qual a maior razão de estarmos de volta aqui diria que é pelo julgamento que colocamos em algum lugar, porque nosso julgamento se mantém contra nós e é mantido nesse lugar onde julgamos” (p.183)

Se você julgou a idéia não é se golpear. Não diga “Não deveria ter me julgado”, porque isso também é uma ação de julgamento. Em vez disso diga para si mesmo “Serei amoroso e bom. Estarei em paz em harmonia”. Não existe qualquer exceção para isso. Assim quando um julgamento surgir, diga para si mesmo “Me perdôo por esse julgamento”.

John-Roger Identificamos as leis espirituais, como aceitação, cooperação, entusiasmo, entendimento e empatia. Ao ter empatia, também temos uma forma de compaixão. Encontro que compaixão se relaciona diretamente com perdão. Quando temos compaixão por nós mesmos; por outros e por todas as coisas, estamos no perdão. Estamos presentes com o perdão de tal forma que não precisamos pensar sobre isso. Nossa compaixão, nossa empatia automaticamente nos conduz ao perdão.

Quando estamos em empatia, não mantemos julgamentos porque percebemos, “Pela Graça de Deus eu vou”. E isso é humildade. É o entendimento de que ao julgar, julgo a mim mesmo. Além disso, também estou fazendo algo desnecessário. Estou produzindo restrições, me colocando em um lugar de resistência. E a resistência não é necessária e nem serve da melhor maneira.

Se algum dia jogaram golfe ou algo semelhante, provavelmente tiveram alguma experiência como a minha, de que o campo de golfe pode ser frustrante. Assim que a vida qualquer que seja o campo em que estiver jogando – talvez seu casamento, seu trabalho, seus pais, o tráfico – podem lhe guiar para frustração ou irritação. Nossos enganos, nossos erros, nossos encontros com o mal se preferirem, seja qual for a negatividade, é suficiente. Já é suficiente; assim que não precisamos adicionar negatividade ou perturbação a que já existe. Quando julgamos, adicionamos negatividade automaticamente. E se nada mais, acrescentamos essa negatividade à nossa própria negatividade. Assim que escolha clarificar os julgamentos. Escolha dissolver ou soltar.

Imagine se tivesse o poder de perdoar todas as ofensas, erros e enganos, então você teria uma vida de liberdade. Teria as chaves que acessam o Reino que é a liberação de si mesmo de todas as limitações, condicionamentos e de todos os desafios que vem com o mundo. No No Perdão: A chave para o Reino, John-Roger escreveu “Precisa se perdoar por todas as coisas. Precisa ter compaixão por todas as pessoas e por todas as coisas que fizeram” (p.193). Isso lhe inclui e a seus julgamentos.

Aqui está uma oração para “Perdoar nossos julgamentos”, PTS do Perdão do arquivado na internet

Aqui está uma oração para “Perdoar nossos julgamentos”, do PTS do Perdão arquivado na internet:

Senhor Deus, pedimos por Sua presença, Sua luz, para assistir a cada um e todos nós a se perdoar. Estamos dispostos a reconhecer qualquer julgamento que o Senhor traga a nossa mente e a nossa atenção. Damo-nos permissão de aberta e livremente reconhecer qualquer que seja esse julgamento, seja qual for a forma que se apresente. Confiamos que o Senhor é Perdão. Traga-nos Sua misericórdia e Sua Graça. Colocamos essa oração na luz e no amor para o bem maior que a todos concerne. E assim é.

Baruch Bashan



FONTE: MSIA - Movimento da Senda Interna da Alma
http://www.nuevoamanecer.org/template.php3?ID=1299


terça-feira, 23 de agosto de 2011

AMBIENTE INTERNO (Uma visão... Por Robert Happé)




"Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve – Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.
Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores..."


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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

AMBIENTE EXTERNO (O Veneno está na mesa)




O Veneno Está na Mesa





Documentário da Campanha Permanente

Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

realizado pelo cineasta brasileiro

Silvio Tendler






Assista...

Pesquise mais sobre o assunto...

E reflita...





Parte 1:



Parte 2:






Parte 3:







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"O Veneno está na mesa"



sábado, 30 de julho de 2011

AMBIENTE EXTERNO (A Política de Alteração do Código Florestal Brasileiro)

"LEVANTANDO POEIRA..."

Ultimamente temos visto a mídia nacional e internacional dar destaque para um tema de grande importância: A Reforma do Código Florestal Brasileiro.

Sem defender "trincheiras" dos ambientalistas, produtores rurais ou dos políticos de Brasília, coloco aqui as minhas observações, que são as de mais um cidadão brasileiro, que diariamente recebe uma enxurrada de informações a este respeito.

Para começar como podem estar de lados opostos dois setores importantes, como os produtores rurais e os especialistas em meio ambiente, que deveriam estar se apoiando? Afinal, quais ações realmente devem ser tomadas a favor do bem comum na questão da sustentabilidade ambiental? Por que insuflar o ego de ambientalistas e produtores rurais, na questão da alteração do Código Florestal Brasileiro, que foi criado para preservar a curto, médio e longo prazo os recursos naturais, viabilizando o desenvolvimento sustentável? Por que os políticos, ao invés de alimentarem polêmicas, não fazem projetos com o real objetivo de apoiar e proteger a produção agrícola brasileira? Será que homens capacitados não sabem que a natureza é a matéria prima do produtor rural?  Será que desconhecem que o conteúdo do Código Florestal tem embasamento científico e que deve ser cumprido a favor do próprio produtor rural e não contra ele, como está sendo “plantado” (com meias verdades) na cabeça do homem do campo e da sociedade brasileira? Que "esperteza" é esta de dizer que uma cultura de café (e outras de porte arbóreo similar), cultivada em uma área de recarga para os lençóis freáticos, como uma APP de topo de morro, possa ser equivalente a uma mata de árvores nativas? Será que desconhecem o manejo de uma cultura de café, como aplicação de insumos, inseticidas, colheita, podas, replantio (tudo isso gera um transito de pessoas e máquinas pela área)? Será que desconhecem que uma mata ciliar protege as barrancas dos rios, evitando o desmoronamento das mesmas, que podem provocar assoreamento desses cursos d´água, e que também as águas de um rio podem ser contaminadas pelo uso dos defensivos agrícolas, quando a cultura está muito próxima das margens? Será que eles realmente pensam que estão favorecendo aos produtores rurais, “amenizando” essas regras de proteção à natureza, que já está doente?
Não se pode negociar com a manutenção da saúde, todos sabemos disso. Então por que estão "jogando" uns contra os outros, enquanto há dinheiro para se aplicar na área e resolver o problema? Será que nunca ouviram falar em subsídio rural? A quem interessa que a imensa quantidade de recursos financeiros não seja aplicada onde realmente deve ser? Quem são esses que sempre estão espertamente levantando “poeira” e aplicando a “Lei de Gerson” (Certo?!). Quem são os oportunistas que estão a fazer "manobras" nos bastidores do poder?! Há gerações essa gente está à frente dos assuntos mais importantes dessa nação, como se fossem os governadores das capitanias hereditárias.
O problema não é o Código Florestal Brasileiro, mas sim a viabilização para que se torne exequível. Talvez seja simples a solução do “problema” para aplicação do atual Código, bastando subsidiar as áreas de Reserva Legal Permanente (APPs). Simples assim: pagar em dinheiro ao proprietário rural para que ele mantenha preservadas todas as APPs de sua propriedade. Pagar o equivalente em produção, por hectare ocupado pelas APPs, baseado na média histórica de produção por hectare de sua propriedade (digamos os últimos cinco anos, por exemplo). E, caso a propriedade não produza nada, que se pague uma taxa mínima a ser calculada, para que o proprietário não acabe “fazendo dinheiro” com a derrubada das matas (são apenas ideias que poderiam estar sendo debatidas pelo Congresso e Senado, ao invés de outras que aí estão).
Dinheiro para os subsídios de manutenção das APPs existe e é mais do que justo aplicá-lo na economia e produção rural, que trazem benefícios para todos (alimento para o mundo).  Então por que não viabilizar as coisas para que a "Lei Pegue"?!

A questão também agora é identificar aqueles que não fazem uma política realmente séria nesse país, em benefício do Bem Maior. Esses devem sair, porque já são “caídos”. Vamos identificar e apoiar os verdadeiros administradores para as coisas públicas e acabar com essa ideia ignorante de que o bem público não tem dono. Pelo contrário: aqui no Brasil são 190 milhões de donos, que precisam assumir suas autoridades de cidadãos e cobrar mais de quem deve serviço a nós.



Uma mulher linda:
inteligente, competente e participativa
em movimentos que valorizam a vida.

Deus te abençoe!





PARABÉNS "AMAZÔNIA PARA SEMPRE"

Na última quinta feira, dia 04 de junho, conseguimos finalmente cumprir nosso objetivo.

Fomos recebidos em audiência pelo Presidente Luis Inácio Lula da Silva a quem tivemos a honra de entregar as 1.117.993 assinaturas colhidas até o momento pelo nosso movimento.



Na ocasião estivemos acompanhados pelos senadores Ideli Salvati, Cristovam Buarque e Renato Casagrande, presidentes das Comissões de Mudanças Climáticas, Direitos Humanos e Meio Ambiente.

Levamos a esse encontro, como representação de todas as assinaturas, a carta manifesto assinada pelo Rei Pelé, carta esta que também foi assinada pelo Presidente.

Queremos agradecer a todos os brasileiros que contribuíram para que esta entrega se realizasse. A cada um que assinou nosso manifesto, a cada um que nos ajudou a colher as assinaturas, àqueles que divulgaram nossa causa, enfim, a todos que de uma maneira ou de outra estiveram ao nosso lado nesta luta.

Luta que continua, pois, como deve ser do conhecimento de todos, várias medidas que representam um retrocesso enorme em nossa política ambiental estão tramitando. E são essas medidas que nos fizeram, juntamente com as assinaturas, entregar ao Presidente Luis Inácio Lula da Silva, uma carta de intenções, que reproduzimos abaixo.

(Christiane e equipe tiveram a honra de entregar o trabalho que realizaram...
Mas e agora, será que as autoridades e políticos das gestões atuais terão a honradez
de trabalhar para efetivar e manter o que a população brasileira assinou neste manifesto?!

Leia abaixo a Carta de Intenções que foi entregue ao Ex-Presidente...)





Exmo. Sr.
Luis Inácio Lula da Silva
DD Presidente da República Federativa do Brasil


CARTA DE INTENÇÕES PARA A AMAZÔNIA
1. DESMATAMENTO ZERO ATÉ 2015
O senhor Presidente já disse e repetiu que não é preciso desmatar mais nenhum hectare na Amazônia, onde já existem áreas suficientemente abertas para assegurar a expansão da produção agrícola e da pecuária.

Para isso é imprescindível a capacitação e fiscalização dos critérios para investimentos do BNDES, uma vez que é fundamental garantir linhas de crédito para quem quer produzir de maneira limpa, legal e sustentável na Amazônia.
     
2. A DEFESA IRRESTRITA AO CÓDIGO FLORESTAL
O senhor Presidente precisa nos assegurar que não vai admitir as ações daqueles que querem acabar com a Legislação Ambiental do País, em especial o Código Florestal, como a tentativa que já foi feita em Santa Catarina de transferir para os Estados responsabilidade que a constituição assegura que é da União.

3. A CRIAÇÃO DO PAC DA CIÊNCIA FLORESTAL
Seria válida a transformação do Serviço Florestal Brasileiro na principal instituição de criação de empreendimentos e mão de obra de biotecnologia na Amazônia.

Para isso já contamos com duas instituições tradicionais de pesquisa: IPAM e Goeldi.

E a MP 2186/01 já existente substituiria a Lei de Acesso ao Patrimônio Genético (PLP 351/02) que garantiria que os 23 milhões de habitantes da Amazônia fossem contemplados com os royalties da Floresta.

Assim, senhor Presidente, o filho do seringueiro poderá se tornar o cientista que seu pai não pode ser.

“Já que somos um Povo da Floresta temos que inventar uma Ciência da Floresta”.

4. VETOS A MP 458
Aproveitamos ainda, esta oportunidade para clamar a V.Exa. que proceda o veto aos seguintes artigos da MP n° 458:

a) Art. 2°, incisos II e IV:

Os incisos II e IV do Art. 2° estabelecem a definição, para efeitos da aplicação da lei, de ocupação indireta e de exploração indireta.

A ocupação indireta é definida como aquela exercida por pessoa interposta. A exploração indireta é a atividade econômica exercida em imóvel rural, por meio de preposto ou assalariado.

Essas formas de ocupação e exploração não devem ser beneficiadas com a regularização fundiária, pois não consideram os critérios de relevante interesse público e da função social da terra. Para ser coerente com o veto ao Art. 7°, a definição dessas formas de ocupação e exploração deixa de ter uso para a aplicação da lei.

b) Art. 7°:

O Art. 7° amplia extraordinariamente as possibilidades de legalização de terras griladas, permitindo a transferência de terras da União para pessoas jurídicas, para quem já possui outras propriedades rurais e para a ocupação indireta.

A titulação em nome de prepostos, que no projeto ganha a denominação de “ocupação indireta”, é a forma mais evidente de legalização da grilagem. Nas últimas décadas, a região amazônica vem sofrendo com toda a sorte de esquemas de falsificação de documentos em órgãos públicos e cartórios, invariavelmente com a utilização de prepostos que encobertam estratégias de ocupação irregular e concentração fundiária.

A possibilidade de titulação para pessoas jurídicas, além de ampliar as possibilidades de fraude, oferece um caminho rápido e de baixo risco de burla ao disposto no Parágrafo 1° do Art. 188 da Constituição Federal, que condiciona a aprovação do Congresso Nacional a alienação ou concessão de terras públicas com área superior a 2.500 hectares.

A titulação de 1.500 hectares a uma empresa e de outros 1.500 ao sócio proprietário dessa mesma empresa, em área contígua, é absolutamente compatível com o projeto aprovado pelo Congresso mas incompatível com a Constituição Federal. Não se trata de grilagem ou de falsificação documental, apenas a utilização ampla dos instrumentos contidos no projeto.

O Art. 7° desrespeita também o disposto no caput do Artigo 188 da Constituição Federal ao incorporar formas de regularização completamente estranhas e antagônicas aos objetivos da política agrária, enquanto o comando constitucional determina que a regularização fundiária deve ser compatibilizada a esta.

c) Art. 13°:

O Estado brasileiro não pode abrir mão do instrumento mais importante de controle do processo de regularização fundiária, porque não desenvolveu capacidade organizacional para realizar o processo com a segurança exigida pela sociedade.

A vistoria é fundamental para a identificação da ocupação direta, da utilização indevida de prepostos para ampliar os limites permitidos pelo projeto e, principalmente, da existência de situações de conflito na área a ser regularizada, o que, em muitos casos, pode significar a usurpação de direitos de pequenos posseiros isolados, com dificuldade de acesso à informação, de mobilidade e de reivindicação de seus direitos.

Por meio da regulamentação, pode ser definido procedimentos mais ágeis de vistoria nas pequenas propriedades de até 1 Módulo Fiscal, conferindo a eficiência desejada na ação de regularização, sem abrir mão dos instrumentos de controle mínimos e da segurança necessária para a sociedade.


*A importância do Produtor Rural para a Alimentação Mundial
(o vídeo no link abaixo é uma homenagem da BASF ao agricultor brasileiro)

http://youtu.be/aoiP-WK3V8o



*SUSTENTABILIDADE:
É  o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes
SEM comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras...
(o vídeo no link abaixo mostra o desmatamento sofrido pela Mata Atlântica)


http://youtu.be/-crBDvQ8DmM


*A Terceira Lei de Newton Não Foi Revogada!!!
(uma hora volta pra vc...)


http://youtu.be/FfbSxW3wPUQ



*DESMATAMENTO LEGALIZADO (?)
http://youtu.be/zDK8qY0EKoo



*POLÍCIA PARA QUEM PRECISA DE POLÍCIA!!!
(vídeo de desmatamente com máquinas e correntes)


http://youtu.be/aClJIUPedas