Ambiente Pessoal

Ambiente Pessoal
(eu e os mognos)

domingo, 25 de setembro de 2011

AMBIENTE INTERNO (Paixão Virtual)





SERÁ REAL A PAIXÃO VIRTUAL?!

Tenho visto e ouvido falar de pessoas que se relacionam pela internet e se apaixonam profundamente. Na mídia encontram-se reportagens de namoros, noivados e casamentos que começaram pela internet. O assunto não é mais novidade pra ninguém. Mas a pergunta persiste:

SERÁ REAL OU VIRTUAL?!
Bem, não sou nenhum profissional de análise da pessoa humana, capacitado a esclarecer essas situações, mas tenho observado o assunto e, porque não dizer me envolvido também nessa experiência apaixonante, que é se relacionar virtualmente.
Falando assim pode até soar um tanto frio, mas posso garantir, por conta própria, que quem se relaciona não fica e nem se sente nada frio. A paixão é tão real ou mais que ao vivo!
Se a gente levar em consideração que quando uma pessoa fica "privada" de um dos seus sentidos, como a visão, por exemplo, acaba desenvolvendo mais os outros sentidos, então dá para imaginar o que poderia acontecer se não tivermos nenhum dos sentidos "efetivos" para um relacionamento. Porque é isso que acontece em muitos casos nas relações virtuais, que "rolam" nas redes sociais, salas de bate-papo e E-mails. Haja vista que muitas pessoas preferem e escolhem conversar teclando, e não fazendo uso dos recursos de uma webcam e microfone.
Ora, se não tendo um dos sentidos já estimula o desenvolvimento maior dos outros, imagina então não ter nenhum sentido efetivo, à disposição para uma relação, digamos "amorosa". As emoções ficam muito mais potencializadas pela imaginação (imagem em ação). E "imagem em ação" é tudo que se precisa para criar. Mas...
Penso que o problema não seja criar. Afinal, estamos criando a cada instante tudo em nossas vidas, não é mesmo?! Então a grande questão da vida não é apenas criar, mas também é gerar um processo contínuo, para que haja movimento, envolvimento e presença. Poderíamos chamar esse processo contínuo de MANUTENÇÃO. E isso sim é a questão principal.
O Amor não é apenas uma energia em movimento (energia em moção ou emoção). Além do movimento é preciso envolvimento e, o mais importante:

ESTAR PRESENTE COM O CORAÇÃO!

Aqui entramos em uma área subjetiva, que nenhuma ciência ou opinião externa, poderia conceituar ou definir como possível ou não. E se possível, não poderia definir se provável ou não. Apenas a experiência pessoal fala mais alto aqui.
Se paixão virtual existe ou não tem que SE "pagar pra ver"...



TE AMO, AMORE MIO!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

AMBIENTE EXTERNO (Dia da Árvore)


"Confirmando o carinho e respeito pela natureza, no Brasil, em 24 de fevereiro de 1965, formalizou-se o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore - o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente."


UM PRESENTINHO ESPECIAL PARA
O DIA DA ÁRVORE


CCJ do Senado aprova Código Florestal


21/9/2011 12:23, Por Rede Brasil Atual

Texto segue agora para outras comissões antes de ir a plenário. Parecer do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) teve 17 votos a favor e cinco manifestações contra

Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual

Publicado em 21/09/2011, 14:40
Última atualização às 14:59



Luiz Henrique, relator, ao lado de José Pimentel, vice-presidente da CCJ, conseguiu evitar votação de destaques na comissão (Foto: Luiz Alves/Agência Senado)

São Paulo – O relatório do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) sobre o projeto que trata da reforma do Código Florestal brasileiro foi aprovado, nesta quarta-feira (21), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. Após um longo debate sobre a constitucionalidade do projeto de lei da Câmara (PLC) 30/2011, os senadores aprovaram por 17 votos a favor e cinco contra.

A decisão acontece, coincidentemente, no Dia da Árvore. A ONG ambientalista Greenpeace realizou protestos em frente ao Senado. Pelo menos outras sete capitais terão manifestações nos próximos dias.
Votaram contra Randolfe Rodrigues (PSOL-PA), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Ana Rita (PT-ES), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e Lindberg Farias (PT-RJ). Todos os demais presentes posicionaram-se a favor. A decisão foi individual e não das bancadas, já que mesmo senadores do PT, por exemplo, apoiaram o relatório.

As posições conflitantes entre ambientalistas e ruralistas marcaram, como tornou-se praxe, as discussões em torno do texto. As alterações propostas pelo relator concentraram a polêmica, especialmente as que tratam apenas da retirada do texto a possibilidade de os governadores reduzirem áreas de preservação permanente (APPs) – incluindo em caso de obras de infraestrutura ou preparativas para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Outro item questionado foi a possibilidade de converter multas aplicadas a imóvel rural que aderir ao Programa de Regularização Ambiental em serviços de preservação ambiental.

Aprovada em maio pela Câmara Federal, onde o relator foi Aldo Rebelo (PCdoB-SP), a matéria segue agora para outras comissões – Agricultura, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia. Depois disso, irá a plenário. Caso seja aprovado da forma proposta por Luiz Henrique, o texto voltará à Câmara, onde os deputados poderão endossar ou rejeitar as mudanças promovidas no Senado.

O senador Randolfe Rodrigues preferiu apresentar voto em separado, posicionando-se contrariamente à matéria. “O PLC 30 está contaminado com flagrantes inconstitucionalidades”, disparou. Ele destacou que a alteração da norma, segundo informações científicas, irá contribuir para o aumento dos desastres naturais.

O senador Jorge Viana (PT-AC), membro da CCJ e relator na Comissão de Meio Ambiente, fez ressalvas ao texto de Luiz Henrique, mas prometeu votar a favor. Mesmo ligado a organizações ambientalistas, ele avalia que “já é quase um consenso a necessidade de se promover mudanças no projeto original da Câmara”.

O parlamentar observou que modificações jurídicas são fundamentais por haver “graves problemas de constitucionalidade e judicialidade”. Viana ainda afirmou que só tem um caminho para que possamos seguir nesse projeto. “Temos de dar uma estrutura jurídica ao projeto para que possa seguir caminho nas outras comissões”, disse.

Os senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP) e Demóstenes Torres (DEM-GO) concordaram que as próximas Comissões são mais apropriadas para se levar as discussões pontuais em relação à matéria. Adiantando-se, o parlamentar paulista ainda se mostrou favorável à possibilidade de governos estaduais legislarem sobre APPs.

Após a controvérsia, em meio à discussão sobre a votação de destaques ao parecer, Luiz Henrique pediu que as sugestões de emendas e requerimentos fossem apresentados diretamente a ele. O relator comprometeu-se a analisar e anexar as propostas ao relatório final encaminhado a outras comissões e ao plenário. O senador garantiu que pretende dialogar pessoalmente com todos os parlamentares a respeito de suas sugestões. A estratégia garantiu que os destaques não fossem votados separadamente.

Leia também:
Agricultura familiar quer tratamento diferenciado no Código FlorestalVotação do Código Florestal na Comissão de Constituição e Justiça do Senado é adiadaAté 25% da Amazônia ficaria sem proteção legal com novo Código FlorestalJobim: Código Florestal não precisa tratar do futuro, “pois estaremos todos mortos”Ato no Rio une entidades da sociedade civil contra mudanças no Código FlorestalMais sobre Código Florestal



Hoje, 21 de Setembro, Dia da Árvore:

Quase nada saiu na mídia brasileira
sobre o dia da árvore...

POR QUE?!





Segue um link interessante:

DIA DA ÁRVORE
Plante esta idéia!

http://diadaarvore.org.br/apoie



ATENÇÃO:
why can't  we
(por que nã opodemos?!)




quinta-feira, 15 de setembro de 2011

AMBIENTE EXTERNO (Trânsito em BH)



Trânsito em BH... Aproximadamente um milhão e duzentos mil veículos, para uma população de dois milhões e quatrocentos mil habitantes... A região metropolitana chega a quase cinco milhões... Semana passada, as "amiguinhas" motos, levaram-me dois retrovisores... Maravinha!!!
 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

AMBIENTE INTERNO (Como posso me comunicar sem julgar)





Por John Morton, D.S.S.


Pregunta: Como posso me comunicar sem julgar?

Resposta: No livro Perdão: A chave para o Reino, John-Roger escreveu “julgar é uma das coisas mais insalubres que podemos fazer para todos os nossos níveis. Se perguntássemos qual a maior razão de estarmos de volta aqui diria que é pelo julgamento que colocamos em algum lugar, porque nosso julgamento se mantém contra nós e é mantido nesse lugar onde julgamos” (p.183)

Se você julgou a idéia não é se golpear. Não diga “Não deveria ter me julgado”, porque isso também é uma ação de julgamento. Em vez disso diga para si mesmo “Serei amoroso e bom. Estarei em paz em harmonia”. Não existe qualquer exceção para isso. Assim quando um julgamento surgir, diga para si mesmo “Me perdôo por esse julgamento”.

John-Roger Identificamos as leis espirituais, como aceitação, cooperação, entusiasmo, entendimento e empatia. Ao ter empatia, também temos uma forma de compaixão. Encontro que compaixão se relaciona diretamente com perdão. Quando temos compaixão por nós mesmos; por outros e por todas as coisas, estamos no perdão. Estamos presentes com o perdão de tal forma que não precisamos pensar sobre isso. Nossa compaixão, nossa empatia automaticamente nos conduz ao perdão.

Quando estamos em empatia, não mantemos julgamentos porque percebemos, “Pela Graça de Deus eu vou”. E isso é humildade. É o entendimento de que ao julgar, julgo a mim mesmo. Além disso, também estou fazendo algo desnecessário. Estou produzindo restrições, me colocando em um lugar de resistência. E a resistência não é necessária e nem serve da melhor maneira.

Se algum dia jogaram golfe ou algo semelhante, provavelmente tiveram alguma experiência como a minha, de que o campo de golfe pode ser frustrante. Assim que a vida qualquer que seja o campo em que estiver jogando – talvez seu casamento, seu trabalho, seus pais, o tráfico – podem lhe guiar para frustração ou irritação. Nossos enganos, nossos erros, nossos encontros com o mal se preferirem, seja qual for a negatividade, é suficiente. Já é suficiente; assim que não precisamos adicionar negatividade ou perturbação a que já existe. Quando julgamos, adicionamos negatividade automaticamente. E se nada mais, acrescentamos essa negatividade à nossa própria negatividade. Assim que escolha clarificar os julgamentos. Escolha dissolver ou soltar.

Imagine se tivesse o poder de perdoar todas as ofensas, erros e enganos, então você teria uma vida de liberdade. Teria as chaves que acessam o Reino que é a liberação de si mesmo de todas as limitações, condicionamentos e de todos os desafios que vem com o mundo. No No Perdão: A chave para o Reino, John-Roger escreveu “Precisa se perdoar por todas as coisas. Precisa ter compaixão por todas as pessoas e por todas as coisas que fizeram” (p.193). Isso lhe inclui e a seus julgamentos.

Aqui está uma oração para “Perdoar nossos julgamentos”, PTS do Perdão do arquivado na internet

Aqui está uma oração para “Perdoar nossos julgamentos”, do PTS do Perdão arquivado na internet:

Senhor Deus, pedimos por Sua presença, Sua luz, para assistir a cada um e todos nós a se perdoar. Estamos dispostos a reconhecer qualquer julgamento que o Senhor traga a nossa mente e a nossa atenção. Damo-nos permissão de aberta e livremente reconhecer qualquer que seja esse julgamento, seja qual for a forma que se apresente. Confiamos que o Senhor é Perdão. Traga-nos Sua misericórdia e Sua Graça. Colocamos essa oração na luz e no amor para o bem maior que a todos concerne. E assim é.

Baruch Bashan



FONTE: MSIA - Movimento da Senda Interna da Alma
http://www.nuevoamanecer.org/template.php3?ID=1299